<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Communidade:</title>
  <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/123456789/92" />
  <subtitle />
  <id>http://hdl.handle.net/123456789/92</id>
  <updated>2026-04-24T19:33:21Z</updated>
  <dc:date>2026-04-24T19:33:21Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Gamificação no ensino de língua inglesa: estratégias de engajamento e desenvolvimento de competências no ensino médio integrado à educação profissional e tecnológica</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/123456789/1895" />
    <author>
      <name>Macedo, Sara Jane Santana</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/123456789/1895</id>
    <updated>2026-04-24T17:49:43Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Gamificação no ensino de língua inglesa: estratégias de engajamento e desenvolvimento de competências no ensino médio integrado à educação profissional e tecnológica
Autor(es): Macedo, Sara Jane Santana
Resumo: Este trabalho apresenta uma pesquisa autobiográfica que analisa a utilização da gamificação como estratégia de engajamento no ensino de inglês no contexto do Ensino Médio Integrado à Educação Profissional e Tecnológica (EPT). A autora relata sua trajetória pessoal e acadêmica, destacando experiências formativas e desafios enfrentados desde a infância até a graduação em Letras – Língua Inglesa. A pesquisa reflete sobre a importância de metodologias inovadoras, como o uso de plataformas digitais e atividades lúdicas, para aumentar a participação e o interesse dos alunos, mesmo sem atuação direta na EPT. A análise considera contribuições das disciplinas cursadas, como Práticas Educativas Inclusivas na EPT, A Docência na EPT: Contingências Históricas e Práticas Inspiradoras e Cultura Digital e Educação Profissional e Tecnológica, relacionando conceitos teóricos com experiências práticas. Os resultados indicam que a gamificação pode potencializar o aprendizado, promover colaboração, desenvolver habilidades linguísticas e tornar a aprendizagem mais significativa, demonstrando que estratégias inovadoras são essenciais para a formação de estudantes críticos, motivados e preparados para a sociedade contemporânea.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>IA na educação profissional e tecnológica: relatos de experiência e caminhos para a prática docente</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/123456789/1894" />
    <author>
      <name>Olinto, Douglas Leonard Passos</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/123456789/1894</id>
    <updated>2026-04-24T17:42:22Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: IA na educação profissional e tecnológica: relatos de experiência e caminhos para a prática docente
Autor(es): Olinto, Douglas Leonard Passos
Resumo: O estudo, de gênero pesquisa autobiográfica no âmbito da Docência na Educação Profissional e Tecnológica (EPT), tem por finalidade analisar de que modo a Inteligência Artificial (IA) pode ser integrada à prática docente de forma ética, pragmática e pedagogicamente fundamentada. Adota abordagem qualitativa, articulando relatos de experiência do autor (memorial formativo e vivências profissionais na EPT) com referenciais teóricos e normativos pertinentes à formação docente e ao uso de tecnologias educacionais. A metodologia compreende: (i) mapeamento de demandas recorrentes na EPT (personalização da aprendizagem, feedback e avaliação formativa, monitoramento de trajetórias, curadoria de materiais); (ii) identificação de ferramentas e usos pedagógicos de IA alinhados a objetivos de aprendizagem; (iii) análise crítica de riscos e implicações éticas (proteção de dados, vieses algorítmicos, transparência e autoria); e (iv) proposição de estratégias aplicáveis à sala de aula (rotinas de planejamento com apoio de IA, tutoria adaptativa, guias para feedback e rubricas). Os resultados descrevem um conjunto de princípios operacionais e orientações práticas que aproximam teoria e prática na EPT, evidenciando o potencial da IA como mediação pedagógica para ampliar o acompanhamento, qualificar a avaliação e favorecer a personalização, sem substituição do trabalho docente. Conclui-se que a integração responsável da IA requer intencionalidade pedagógica, formação continuada específica e governança de dados, indicando caminhos para implementação gradual em contextos reais da EPT e sugerindo futuras investigações sobre impacto na aprendizagem em diferentes eixos tecnológicos.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>A inclusão como forma de emancipação de alunos autistas na Educação Profissional e Tecnológica (EPT)</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/123456789/1893" />
    <author>
      <name>Marques, Jeane Nogueira da Silva</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/123456789/1893</id>
    <updated>2026-04-24T17:34:04Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A inclusão como forma de emancipação de alunos autistas na Educação Profissional e Tecnológica (EPT)
Autor(es): Marques, Jeane Nogueira da Silva
Resumo: Este trabalho apresenta uma pesquisa (auto)biográfica que reflete sobre a trajetória formativa e profissional da autora, conectando vivências pessoais — desde a infância em Cabrobó/PE até a graduação em Pedagogia — com os saberes construídos na Especialização em Docência na Educação Profissional e Tecnológica (EPT). O estudo objetiva investigar como as práticas de inclusão na EPT influenciam a emancipação e o desenvolvimento da autonomia de alunos autistas. A metodologia, de natureza qualitativa e cunho autobiográfico, utilizam as narrativas de formação como instrumento de análise crítica da prática docente. Fundamenta-se em autores como Souza, que discute a pesquisa (auto) biográfica, Saviani e Gramsci na perspectiva do trabalho como princípio educativo e da formação omnilateral. As reflexões apontam que a EPT, ao integrar ciência, tecnologia e cultura, configura-se como um espaço potente para a inclusão, desde que utilize tecnologias assistivas e práticas pedagógicas pautadas na equidade. A cultura digital na EPT transcende o uso de dispositivos; ela se configura como uma estratégia de mediação pedagógica essencial. Para o aluno com TEA, o uso intencional da gamificação e das tecnologias assistivas atua na redução de barreiras sensoriais e comunicativas, promovendo o engajamento. A formação do aluno autista deve ser pautada na omnilateralidade, refutando o treinamento meramente instrumental. Sob à luz da perspectiva histórico-dialética, o trabalho como princípio educativo garante que o estudante com deficiência seja visto como um sujeito capaz de produzir cultura e transformar sua realidade. A escola unitária, portanto, é a única capaz de oferecer a base intelectual necessária para que a inclusão resulte em efetiva emancipação humana. A prática inclusiva na EPT não deve buscar a homogeneização, mas a valorização da singularidade como potência de aprendizado. Ao adotar práticas baseadas em evidências científicas e o Desenho Universal para a Aprendizagem, a escola não apenas recebe o aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA), mas assegura-lhe o direito à aprendizagem significativa e à equidade. O Projeto Integrador é a metodologia mais eficaz para a autonomia do aluno com TEA. Ao articular teoria e prática em situações reais, essa estratégia reduz a abstração e favorece a organização cognitiva e social do estudante. Integrar saberes significa, portanto, oferecer ao aluno autista uma visão totalizante do processo produtivo, permitindo que ele se reconheça como protagonista de sua própria formação técnica e humana. A escola que promove o êxito é aquela que se adapta às necessidades do estudante, utilizando tecnologias assistivas e metodologias ativas para garantir que o ingresso na EPT se transforme em uma trajetória de sucesso acadêmico e profissional. Portanto, a formação docente contínua e o olhar atento à subjetividade do discente com Transtorno do Espectro Autista (TEA) são fundamentais para superar processos excludentes, promovendo uma educação que possibilite o protagonismo acadêmico, social e profissional desses sujeitos.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>A educação inclusiva na docência da EPT para pessoas com deficiência visual</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/123456789/1892" />
    <author>
      <name>Santos, Verbena Dourado Pereira Correia</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/123456789/1892</id>
    <updated>2026-04-24T17:27:08Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A educação inclusiva na docência da EPT para pessoas com deficiência visual
Autor(es): Santos, Verbena Dourado Pereira Correia
Resumo: Este trabalho apresenta um relato autobiográfico acerca da experiência docente na&#xD;
Educação Profissional e Tecnológica (EPT), a partir da vivência como professora EBTT&#xD;
no curso médio integrado ao técnico em Edificações do Instituto Federal da Bahia,&#xD;
Campus Brumado. A pesquisa aborda o desafio da educação inclusiva no contexto do&#xD;
ensino médio integrado, baseado nas diretrizes da Declaração de Salamanca (1994) e&#xD;
tendo como foco a prática pedagógica desenvolvida com uma estudante com&#xD;
deficiência visual total na disciplina de desenho técnico. A partir dessa experiência, o&#xD;
estudo discute a necessidade de adaptação das metodologias de ensino, do uso de&#xD;
tecnologias assistivas e da construção de práticas pedagógicas acessíveis que&#xD;
garantam não apenas o acesso, mas também a permanência e o êxito dos estudantes&#xD;
com deficiência no processo educativo, como discutido em Gonçalves e Duarte (2021).&#xD;
Fundamentado nos princípios da educação inclusiva e em marcos legais que&#xD;
asseguram o direito à educação para todos, o trabalho busca refletir sobre como a&#xD;
prática docente pode contribuir para a construção de uma formação mais equitativa e&#xD;
humanizada na EPT, reconhecendo a diversidade como elemento essencial do&#xD;
processo formativo.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

