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    <title>DSpace Communidade:</title>
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    <dc:date>2026-04-10T07:23:14Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/123456789/1864">
    <title>Cinética e modelagem matemática de secagem em leito fixo de temperos naturais tipo lemon pepper obtidos a partir de cascas de frutas cítricas</title>
    <link>http://hdl.handle.net/123456789/1864</link>
    <description>Título: Cinética e modelagem matemática de secagem em leito fixo de temperos naturais tipo lemon pepper obtidos a partir de cascas de frutas cítricas
Autor(es): Angelos, Marina Porcina Ribeiro dos
Resumo: Os resíduos gerados pelas agroindústrias de maior representatividade são aqueles provenientes do processamento de frutas cítricas, uma vez que a indústria de sucos gera grandes volumes de cascas e bagaços. Uma das alternativas que mais se destacam são aquelas que são empregadas para o aproveitamento desses subprodutos e consiste na desidratação. Este trabalho tem como objetivo estudar a cinética de secagem em leito fixo e a aplicação de modelos matemáticos na produção de temperos naturais tipo lemon pepper, obtidos a partir de cascas de frutas cítricas, especificamente laranja pera e tangerina. As matérias-primas foram sanitizadas, trituradas e submetidas à secagem em estufa com circulação de ar forçado nas temperaturas de 50 °C, 60 °C e 70 °C. A cinética de secagem foi avaliada por meio da razão de umidade em função do tempo, e os dados experimentais foram ajustados aos modelos matemáticos de Page, Midilli e Henderson e Pabis. Observou-se que o aumento da temperatura reduziu significativamente o tempo de secagem, sendo os menores tempos registrados a 70 °C. O modelo de Midilli apresentou os melhores ajustes aos dados experimentais, com coeficientes de determinação superiores a 98% em todos os tratamentos. As análises físico-químicas indicaram variações nos teores de umidade com valores variando entre 15,14% e 15,95% para o tempero de casca de laranja e 10,79% a 12,00% para o de tangerina., o teor de cinzas entre 3,57% e 3,83% para o tempero de casca de laranja e 3,46% a 3,62% para ele de tangerina , pH entres 4,09% e 4,10% para o de laranja e de 3,09% e 4,26% por de tangerina, acidez  entre 2,09% e 3,40% o de laranja já o de tangerina variou entre 1,43% e 1,44% e lipídios entres 0,96% e 1,28% o de laranja e o de tangerina 0,92% e 1,23% em função da temperatura e do tipo de resíduos. Conclui-se que a secagem em leito fixo de cascas de frutas cítricas é uma alternativa viável para a produção de temperos naturais, aliando eficiência tecnológica e sustentabilidade ambiental.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/123456789/1819">
    <title>Relatório de estágio: elaboração de mapas de risco para laboratórios do curso superior de tecnologia em alimentos IFSERTÃOPE – Campus Salgueiro</title>
    <link>http://hdl.handle.net/123456789/1819</link>
    <description>Título: Relatório de estágio: elaboração de mapas de risco para laboratórios do curso superior de tecnologia em alimentos IFSERTÃOPE – Campus Salgueiro
Autor(es): Santos, Ranivia Michelly de Sousa
Resumo: A segurança do trabalho em ambientes laboratoriais de ensino e pesquisa é fundamental para a prevenção de acidentes e para a promoção de condições adequadas de aprendizagem. Os laboratórios do curso Superior de Tecnologia em Alimentos apresentam diferentes categorias de riscos. Nesse contexto, o presente relatório de estágio supervisionado teve como objetivo elaborar mapas de risco para os laboratórios do curso de Tecnologia em Alimentos do IFSertãoPE,campus Salgueiro. A metodologia envolveu visitas técnicas aos laboratórios, acompanhamento e observação das atividades desenvolvidas, identificação dos perigos existentes, classificação dos riscos conforme as Normas Regulamentadoras e elaboração da representação gráfica por meio de círculos coloridos, de acordo com a padronização estabelecida pela legislação vigente. Os resultados demonstraram a presença de riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes nos três laboratórios avaliados. No Laboratório de Produtos de Origem Animal observou-se maior concentração de riscos, com destaque para os riscos biológicos decorrentes da manipulação de matérias-primas de origem animal, além de riscos químicos associados aos produtos de higienização e riscos de acidentes relacionados ao manuseio de equipamentos. No Laboratório de Físico-Química predominaram riscos químicos e de acidentes, em razão da utilização de reagentes, vidrarias e fontes de calor. Já no Laboratório de Produtos de Origem Vegetal destacaram-se os riscos físicos e ergonômicos, especialmente relacionados ao uso de equipamentos térmicos e à postura prolongada durante as atividades. Além da elaboração dos Mapas de Risco, foram estruturados Procedimentos Operacionais Padronizados (POP) voltados à organização das rotinas laboratoriais e à prevenção de acidentes. Conclui-se que o mapa de risco constitui ferramenta essencial para a gestão da segurança, contribuindo para o fortalecimento da cultura preventiva e para a melhoria das condições de trabalho e ensino no ambiente acadêmico.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/123456789/1811">
    <title>Aproveitamento do resíduo da farinha da mandioca (crueira) na produção de um cuscuz recheado</title>
    <link>http://hdl.handle.net/123456789/1811</link>
    <description>Título: Aproveitamento do resíduo da farinha da mandioca (crueira) na produção de um cuscuz recheado
Autor(es): Silva, Ediane Joventina da
Resumo: A mandioca (Manihot esculenta sub sp. Esculenta Crantz) é uma planta pertencente&#xD;
à família Euphorbiaceae. É a principal cultura cultivada nos trópicos, uma vez que&#xD;
está adaptada a uma ampla gama de condições climáticas. O presente trabalho teve&#xD;
como objetivo aproveitar o resíduo da farinha da mandioca (crueira) na produção de&#xD;
um cuscuz recheado. Foi elaborado um cuscuz recheado a partir do resíduo da&#xD;
farinha de mandioca (crueira) e os ingredientes vieram do comércio local da cidade&#xD;
de Salgueiro-PE. Os materiais utilizados foram o resíduo da farinha de mandioca,&#xD;
sal, carne seca tradicional (charque) e carne seca de bode. Para os testes de&#xD;
aceitação sensorial utilizamos a metodologia descrita por Stone e Sidel (2004), foi&#xD;
realizado no Hall de entrada do Instituto Federal do Sertão Pernambucano, campus&#xD;
Salgueiro. As amostras foram avaliadas por 100 provadores não treinados, de&#xD;
ambos os sexos, recrutados de forma aleatória, com idade entre 18 e 45 anos, entre&#xD;
os universitários, professores e alunos. No teste de aceitação, as amostras foram&#xD;
servidas monadicamentes aos provadores, à temperatura convencional de&#xD;
apresentação, em recipientes brancos, codificados com números de três dígitos,&#xD;
acompanhados de um copo com água. Foi utilizada a escala hedônica estruturada&#xD;
verbal de nove pontos, associado a um valor numérico (1: “desgostei muitíssimo” a&#xD;
9: “gostei muitíssimo”). Na mesma ficha, os provadores também preencheram o&#xD;
teste de intenção de compra. Na mesma ficha aplicou-se o questionário CATA&#xD;
(Check-all-that-apply). Foi perguntado aos provadores se eles tinham algum tipo de&#xD;
alergia a mandioca ou a farinha para que assim não ocorresse nenhum tipo de&#xD;
complicação. Os resultados da análise sensorial foram tabulados no Excel,&#xD;
analisados no programa estatístico ASSISTAT 7.7, versão beta, utilizando a análise&#xD;
de variância (ANOVA), delineamento inteiramente casualizado (DIC), aplicado o&#xD;
teste de Tukey. Foram identificados que 61% dos provadores eram do sexo&#xD;
feminino, entre 18/25 anos e superior incompleto. Em relação a frequência de&#xD;
consumo constatou-se que 46% dos provadores consumiam cuscuz de 2 a 3 vezes&#xD;
por semana, 51% afirmaram gostar muitíssimo de cuscuz, 95% nunca comeram&#xD;
cuscuz da crueira e ninguém tem alergia a mandioca. Para o atributo aparência,&#xD;
sabor, textura e intenção de consumo o resultado foi gostei ligeiramente, embora a&#xD;
amostra CCS tenha obtido uma média maior, estatisticamente não houve diferença&#xD;
significativa. Pelo CATA os provadores identificaram ao provar as amostras, a&#xD;
aparência de pirão, de produto integral, estranha, diferente, farinha molhada, úmida;&#xD;
sabor de charque, tapioca, diferente, suave, temperado, saboroso, empelotada,&#xD;
granulosa, macia, mole; textura pegajosa e úmida. Diante do exposto, pode-se&#xD;
concluir que o cuscuz recheado elaborado com a farinha da crueira é uma&#xD;
alternativa viável, saborosa e que teve aceitação entre os provadores. Destacando-&#xD;
se a preferência pelo sabor do cuscuz com carne seca de bode.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/123456789/1810">
    <title>Paçoca saborizada com o pó do murici obtido pelo o metódo foam-mat</title>
    <link>http://hdl.handle.net/123456789/1810</link>
    <description>Título: Paçoca saborizada com o pó do murici obtido pelo o metódo foam-mat
Autor(es): Silva, Raquel Gedalva
Resumo: O murici (Byrsonima crassifólia.) é um fruto do cerrado brasileiro conhecido pelo&#xD;
aroma intenso e sabor levemente ácido, rico em compostos bioativos e antioxidantes&#xD;
naturais. O presente trabalho teve como objetivo elaborar uma paçoca saborizada&#xD;
com pó do fruto do murici obtido pelo método de secagem em camada de espuma&#xD;
(foam-mat) e avaliar sua aceitação sensorial. Foram desenvolvidas duas&#xD;
formulações: uma com 5% (PS-) e outra com 10% de pó de murici (PS+),&#xD;
adicionados à farinha de amendoim e açúcar. Foram realizados o perfil dos&#xD;
provadores sensoriais (idade, sexo, escolaridade, o quanto consome e gosta de&#xD;
paçoca e se já comeu paçoca saborizada com murici), o teste de aceitação (1 -&#xD;
“desgostei muitíssimo” a 9 - “gostei muitíssimo”) e intenção de consumo (1&#xD;
certamente não consumiria e 5 certamente consumiria), grupo de foco (aroma, sabor&#xD;
e textura) e o CATA (Check-All-That-Apply). Foram recrutados 100 provadores não&#xD;
treinados, de ambos os sexos e com idade entre 18 e 45 anos. Após a análise&#xD;
sensorial os dados foram tabulados e analisados estatisticamente no ASSISTAT,&#xD;
DIC, ANOVA e submetido ao teste de Tukey. Os resultados apresentaram que 52%&#xD;
dos provadores eram do sexo feminino, acima de 18 anos e cursando o ensino&#xD;
médio. Constatou-se que 33% dos provadores consomem paçoca mensalmente e&#xD;
43% relataram “gostar muito” do produto. No teste de aceitação, a amostra PS-&#xD;
obteve as maiores médias para aparência (6,97), sabor (7,02) e textura (7,12),&#xD;
diferindo significativamente da amostra com 10% (PS+), cujo sabor alcançou 6,19.&#xD;
Na intenção de consumo, a PS- também apresentou valor superior (3,52) em&#xD;
comparação à PS+ (2,95). Em relação ao CATA, os atributos que os provadores&#xD;
mais identificaram foram aparência bonita, atrativo, produto integral, farofa&#xD;
temperada, amarelada, castanhas trituradas; saboroso, sabor suave, de amendoim,&#xD;
paçoca, equilibrado, crocante; textura de farinha, granulosa, seca e agradável. O&#xD;
desenvolvimento da paçoca saborizada com pó de murici demonstrou que é possível&#xD;
unir tradição e inovação, destacando-se a preferência a amostra 1, a menos&#xD;
saborizada.</description>
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