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http://hdl.handle.net/123456789/1856Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Santana, Ricardo Costa | - |
| dc.date.accessioned | 2026-04-07T19:31:24Z | - |
| dc.date.available | 2026-04-07T19:31:24Z | - |
| dc.date.issued | 2026 | - |
| dc.identifier.citation | SANTANA, R. C. Escrever-se, ensinar e transgredir: uma jornada (auto)biográfica sobre o letramento digital e a pedagogia engajada. TCC (Pós-graduação lato sensu em Docência para educação profissional e tecnológica) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano, Campus Salgueiro, Salgueiro, PE, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/1856 | - |
| dc.description.abstract | Essa pesquisa configura-se como memorial de formação, cujo gênero (auto)biográfico propicia a articulação entre vivências pessoais e reflexões teóricas. Sua essência é compreender os impactos do letramento digital no uso do pacote Microsoft Office na Educação Profissional e Tecnológica (EPT), explorando desafios e oportunidades para a formação profissional dos estudantes. A metodologia baseia-se na pesquisa (auto)biográfica de caráter qualitativo, que posiciona o pesquisador como sujeito da própria investigação, embasando-se em sua trajetória como objeto e fonte de análise para a construção de sentidos sobre as vivências. Os resultados indicam que a ausência de um letramento digital institucionalizado e a consequente “exclusão digital de segunda ordem” e a “semiformação” representam obstáculos relevantes para o desenvolvimento pleno dos indivíduos na EPT. As reflexões aprofundadas pelas disciplinas da Especialização em Docência na EPT pavimentaram o entendimento de que o domínio tecnológico transcende o instrumental, configurando-se como um direito e uma prática social e política fundamental. Conclui-se que o letramento digital, quando abordado de forma crítica e integradora, é um promotor de autonomia e emancipação, e que a atuação docente na EPT deve focar no fomento de um “capital digital” funcional, por meio práxis pedagógicas que contextualizem o uso da tecnologia e transforme carências — seja a superficialidade no conhecimento, analfabetismo funcional tecnológico, dificuldade de autonomia na aprendizagem, entre outros — em potencial de aprendizagem. A escrita memorial por sua vez, possibilita o aprimoramento da competência acadêmica e profissional do docente, ao exigir articulação entre vivências e referenciais teóricos, ampliando sua cosmovisão enquanto educador e constante aprendiz. | pt_BR |
| dc.subject | Educação Profissional e Tecnológica | pt_BR |
| dc.subject | Exclusão digital | pt_BR |
| dc.subject | Letramento digital | pt_BR |
| dc.subject | Semiformação digital | pt_BR |
| dc.subject | Educação Ominilateral | pt_BR |
| dc.title | Escrever-se, ensinar e transgredir: uma jornada (auto)biográfica sobre o letramento digital e a pedagogia engajada | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Docência para Educação Profissional e Tecnológica | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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| TCC_ESCREVER-SE, ENSINAR E TRANSGREDIR UMA JORNADA (AUTO)BIOGRÁFICA.pdf | 484,36 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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