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Title: Viabilidade de sementes de manga espada para obtenção de porta-enxerto
Authors: Santos, Eliane Oliveira dos
Keywords: Mangifera indica L
Armazenamento
Endocarpo
Semente Recalcitrante
Issue Date: 2020
Citation: Santos, Eliane Oliveira dos. Viabilidade de sementes de manga espada para obtenção de porta-enxerto. TCC (Bacharelado em Agronomia) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano, Campus Petrolina Zona Rural, Petrolina, PE, 28 f., 2020.
Abstract: A mangueira é propagada por meio de enxertia e por sementes, sendo que o primeiro método irá proporcionar plantas com características da planta mãe, e por sementes pode ocorrer variabilidade genética como também retarda o início da produção. A semente da manga é recalcitrante, ou seja, não tolera perda drástica de água, com isso a sua viabilidade é inversamente proporcional ao tempo de armazenamento. Em virtude disso esse trabalho teve como objetivo avaliar o período de viabilidade de sementes de manga Espada para a produção de porta-enxertos. As mangas Espada foram colhidas maduras em propriedade comercial na cidade de Curaçá/BA, as quais foram despolpadas com o auxílio de uma faca para a retirada das sementes que secaram à sombra em temperatura ambiente. As sementes foram divididas em cinco lotes com 32 sementes e levadas para o viveiro de produção de mudas do Instituto Federal do Sertão Pernambucano, Campus Petrolina Zona Rural, onde cada lote foi semeado semanalmente, sendo metade com endocarpo e a outra sem endocarpo. Todas as sementes foram emergidas em uma solução com 100 mL de hipoclorito de sódio (água sanitária) e 200 mL de água por dois minutos, em seguida passaram por tríplice lavagem com água. As sementes foram semeadas em sacos plásticos com solo e esterco na proporção de 1/1 e irrigadas diariamente por microaspersão. Foram feitas as análises de porcentagem de emergência, índice de velocidade de emergência, número de plântulas por semente, diâmetro do coleto, altura da plântula e número de folhas da plântula, essas últimas três analises foram realizadas na plântula mais vigorosa. Em relação à porcentagem de emergência pode-se observar que as sementes sem endocarpo apresentaram maior emergência que as com endocarpo e houve redução na emergência com o passar do tempo de armazenamento das sementes. O índice de velocidade de emergência (IVE) diminui com o tempo de armazenamento e as sementes com endocarpo apresentaram em média maior IVE que as sem endocarpo. O tempo de armazenamento das sementes não interferiu no número de folhas da plântula mais vigorosa de cada semente, no entanto, nas plântulas das sementes sem endocarpo apresentaram mais folhas do que das com endocarpo. O número de plântulas por semente e a altura da plântula mais vigorosa não foram afetadas pelo tempo de armazenamento das sementes e pelo endocarpo. O diâmetro do coleto da plântula mais vigorosa diminui com o armazenamento das sementes e as plântulas obtidas das sementes sem endocarpo apresentaram maior diâmetro em relação às das sementes com endocarpo. Diante dos dados obtidos conclui-se que a porcentagem de emergência, o índice de velocidade de emergência e o diâmetro do coleto diminuem com o tempo de armazenamento das sementes e que após 14 dias de armazenamento das sementes após retiradas dos frutos a porcentagem de emergência cai para menos de 60% dificultando a obtenção dos porta-enxertos. As sementes sem endocarpo apresentam maior porcentagem de emergência e índice de velocidade de emergência e as plântulas oriundas destas tiveram maior número de folhas e diâmetro do coleto.
URI: https://releia.ifsertao-pe.edu.br/jspui/handle/123456789/794
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