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Title: Qualidadade pós-colheita de uvas ‘Benitaka’ submetidas ao ácido 1-aminociclopropano 1-carboxílico na fase de pré-colheita
Authors: Sabino, Joanderson Gomes
Keywords: Viticultura
Fisiologia vegetal
Qualidade de frutos
Vale do São Francisco
Issue Date: 2022
Citation: SABINO, Joanderson Gomes. Qualidadade pós-colheita de uvas ‘Benitaka’ submetidas ao ácido 1-aminociclopropano 1-carboxílico na fase de pré-colheita. TCC (Bacharelado em Agronomia) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano, Campus Petrolina Zona Rural, Petrolina, PE, 34 f., 2022.
Abstract: O Vale do sub médio São Francisco é um dos grandes polos de fruticultura do Brasil, onde, destaca-se principalmente pelos elevados rendimentos alcançados e pela qualidade das uvas produzidas. A região Nordeste, que possuí 10.485 ha de videiras em 2019, representou 13,85% da área vitícola nacional. As principais variedades de uvas tradicionais para consumo in natura produzidas são: Niágara Rosada (rústica) e Itália (e suas mutações Rubi, Benitaka e Brasil). Em uvas de mesa, a colheita é feita quando a concentração de sólidos solúveis atinge entre 15 e 17 ºBrix, sendo a cor dos frutos um dos fatores que mais contribui para a classificação de qualidade do produto. Uma das dificuldades do cultivo de uvas vermelhas ou negras é justamente fazer com que essas bagas cheguem a atingir a cor desejada para comercialização, nas condições edafoclimaticas do Vale do São Francisco. Para a uva Benitaka, a coloração vermelha característica desta variedade, nem sempre se desenvolve normalmente. Desta forma, surge a necessidade de uso de hormônios reguladores de crescimento, como o etefon, como precursores do etileno. O ácido 1-aminociclopropano 1-carboxilico (ACC) é o principal precursor de etileno, sendo ele, o substrato usado pela enzima ACC oxidase, onde, essa enzima converte o ACC em etileno. Com isso, esse trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência agronômica do ACC na qualidade póscolheita de uvas ‘Benitaka’ cultivadas na região do Vale do Submédio do São Francisco. O tabalho foi realizado na fazenda Santa Maria, localizada no distrito de Santana do Sobrado na cidade de Casa Nova-BA. A cultivar de uva utilizada foi a ‘Benitaka’, com o espaçamento de 3,5 x 1,5 metros. O traballho teve 5 tratamentos e 6 repetições, em blocos inteiramente casualizados, onde, o produto utilizado nas pulverizações foi a base do ácido 1-aminociclopropano 1-carboxilico (ACC). Os tratamentos utilizados foram: T1- sem aplicações; T2 e T3 – pulverização dos cachos com pulverizador costal com jato dirigido aos cachos, com uma pressão constante de 4 bar e vasão constante de 0,6 L.min-1 , sendo as doses aplicadas de 200 g e 400 g de produto formulado, respectivamente, diluídos em um volume de 400 L.ha-1 . Já os tratamentos T4 e T5 – pulverização dos cachos com atomizador da marca toyama, com cobertura total de copa, com a pressão máxima de trabalho e uma vazão constante de 0,7 L.min-1 , diluídos em um volume de calda de 1000 L.ha-1 . Nas parcelas tratadas independentemente da forma de aplicação houve a adição de um espalhante adesivo da marca Silwet L-77, na concentração de 0,05% do volume de calda aplicada. Os frutos foram avaliados quanto a cor, brix, acidez titulavel, pH e firmeza dos frutos e analisados estatisticamente pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Com os resultados obtidos, concluiu-se que o produto XXX30452 acelera o desenvolvimento da coloração dos cachos de uva ‘Benitaka’ no campo, nas duas formas de aplicação.
URI: https://releia.ifsertao-pe.edu.br/jspui/handle/123456789/850
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