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Title: Manchas de bagas na cultivar ARRA 15® em Petrolina-PE: estudo de caso
Authors: Silva, Evandro Cavalcanti
Keywords: Viticultura
Uva ARRA
Nutrição vegetal
Vale do São Francisco
Issue Date: 2022
Citation: SILVA, Evandro Cavalcanti. Manchas de bagas na cultivar ARRA 15® em Petrolina-PE: estudo de caso. TCC (Bacharelado em Agronomia) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano, Campus Petrolina Zona Rural, Petrolina, PE, 32 f., 2022.
Abstract: Recentemente, no Vale do São Francisco, a variedade de uva ARRA15® vem apresentando manchas em sua baga. Tendo em vista essa problemática, realizou-se um estudo com o objetivo de avaliar a época após a poda na qual os sintomas se manifestam, além de como os teores de nutrientes se distribuem entre plantas com presença e ausência dos sintomas e quais nutrientes mais se relacionam com esse sintoma da folha, do caule ou do fruto. Os tratamentos resultaram da combinação de duas épocas de coletas (aos 101 e 109 dias após a poda) com três partes da planta (folhas, pecíolos e cachos) e sintomas (presença e ausência), totalizando 12 tratamentos, distribuídos em blocos casualizados, com seis repetições. Determinaram-se os valores de massa fresca e seca, os teores de Ca, Mg, K, N e valores da relação Ca/K. Após as análises, conclui-se que os principais nutrientes a serem manejados para que os sintomas de manchas na baga cultivar Arra 15® não apareçam são: Ca, Mg, K, Ca/K e N. Os teores identificados que corroboram com a presença dos sintomas são: Ca 10,4 g Kg-1 , Mg 5,3 g Kg-1 , N g Kg-111,6 e para a relação Ca/K o valor é de 0,8. Já no caso da ausência dos sintomas, os teores são: Ca 14,2 g Kg-1 , Mg 7,2 g Kg-1 , N 14,1g Kg-1 , e para a relação Ca/K o valor é de 1,3. O estudo sugere monitoramento dos teores propostos a partir dos 101 dias após a poda. Nesse estágio, o teor de Ca de 12,1 g Kg-1 no pecíolo é um parâmetro adequado a ser monitorado como prevenção para o aparecimento dos sintomas. Nas partes gerais (folha, pecíolo e frutos) os teores mínimos de Ca a serem monitorados são: 16,07g Kg-1 , 13,28 g Kg-1 e 1,91 g kg-1 , respectivamente, para prevenir os sintomas. Em relação ao Mg, nas partes folha e pecíolo os teores mínimos a serem monitorados são: 9,70 g Kg-1 e 10,82g Kg-1 , em ordem. Quanto ao N, nas partes folha e pecíolo os teores mínimos para monitoramento são 16,61 g Kg-1 e 12,27 g Kg-1 . Por fim, no que diz respeito à relação Ca/K, nas partes folha e pecíolo, os valores mínimos devem ser: 1,83 e 0,44, respectivamente, para evitar o aparecimento dos sintomas. Nesse contexto, o estudo de caso sinaliza a deficiência do nutriente cálcio como sendo o principal fator responsável pelo aparecimento dos sintomas, mais evidente na relação Ca/K. De todo modo, não se descarta a importância do acompanhamento dos teores ótimos aqui definidos dos demais nutrientes (Mg, N).
URI: https://releia.ifsertao-pe.edu.br/jspui/handle/123456789/859
Appears in Collections:Bacharelado em Agronomia (Campus Petrolina Zona Rural)

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